A Hipótese da Linguagem do Pensamento como Alternativa à Inteligência Artificial
O artigo discute a hipótese da Linguagem do Pensamento como uma alternativa fundamental às abordagens atuais de inteligência artificial. Os autores, que trabalham na Teoria da Percepção Ativa (TAPe), afirmam que essa abordagem baseada em biologia supera os modelos de última geração em visão computacional. Eles contrastam o processamento simbólico inspirado no cérebro da TAPe com a dependência da IA em grandes volumes de dados e computação.
O artigo contrasta a hipótese da Linguagem do Pensamento, introduzida por Jerry Fodor na década de 1970, com as abordagens modernas de IA. Argumenta que a IA, apesar de seus sucessos, não é inteligente e nunca o será, pois se baseia em métodos estatísticos de força bruta, como a previsão da próxima palavra e a retropropagação, sem qualquer base biológica. Os autores promovem sua própria Teoria da Percepção Ativa (TAPe), que modela mecanismos inatos de percepção visual (detectores de pontos e linhas) como os elementos fundamentais do pensamento. Eles afirmam que a TAPe alcança desempenho superior em visão computacional em comparação com os modelos de última geração, usando métodos fundamentalmente diferentes da IA convencional. O texto traça como a IA se afastou da biologia, citando redes de Hopfield e o trabalho de Hinton como passos em direção à abstração. Propõe que a TAPe oferece um caminho mais realista para modelar a cognição, replicando o processamento simbólico do próprio cérebro, que eles chamam de 'matemática da linguagem' e 'T-bits' (em contraste com bits).
Fonte: Хабр — Data Mining —
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