PesquisaAplicações 🇺🇸 27.07.2026 15:04

Como Co-Scientist ajuda a encontrar interruptores moleculares de novas doenças infecciosas

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A professora Clare Bryant, da Universidade de Cambridge, usa o Co-Scientist do Google DeepMind para identificar interruptores moleculares que causam doenças graves quando patógenos saltam de animais para humanos. A ferramenta gerou hipóteses, priorizou uma nova proteína e ajudou a reduzir aminoácidos específicos, potencialmente reduzindo o trabalho experimental de 2 a 3 anos para seis meses.
A professora Clare Bryant, da Universidade de Cambridge, está usando o Co-Scientist, do Google DeepMind, para procurar interruptores moleculares que causam doenças graves como sepse quando patógenos saltam de animais para humanos. Primeiro, ela testou a ferramenta alimentando-a com um resumo de uma proposta de subsídio que estudava a gripe em aves e humanos, e ela gerou e classificou hipóteses promissoras, algumas das quais eram desconhecidas e instigantes. Depois, ela inseriu a proposta completa, e o Co-Scientist priorizou uma proteína que ela não havia considerado, conectada a vias de sinalização que lhe interessavam. De volta ao laboratório, ela adicionou dados não publicados e, a cada iteração, as hipóteses se refinaram, passando de proteínas candidatas a aminoácidos específicos. A equipe de Bryant está agora construindo linhagens celulares com essas mutações para testar as hipóteses. Normalmente, identificar aminoácidos precisos levaria de dois a três anos de trabalho experimental, mas seu laboratório espera concluir em seis meses se os alvos do Co-Scientist estiverem corretos.
Fonte: Google DeepMind — original
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