Marca d'água em textos do Claude pode ser o motivo da qualidade degradada, relatam usuários
Anthropic
Moonshot AI
DeepSeek
A Anthropic anunciou que, desde 2 de agosto, todos os textos gerados pelo Claude incluirão uma marca d'água estatística invisível dentro das palavras, resistente a copiar, colar e edição parcial. Enquanto isso, muitos usuários relatam que o modelo Opus 5 se tornou difícil de usar, produzindo saídas verbosas e confusas, levando alguns a considerar mudar para modelos chineses como o Kimi K3.
A Anthropic introduziu uma marca d'água em todos os textos gerados pelo Claude a partir de 2 de agosto. Diferente de caracteres invisíveis ou metadados, trata-se de um sinal estatístico dentro das palavras, resistente a cópia e edição. A empresa não divulgou a mecânica, os parâmetros ou forneceu um detector. Os usuários simultaneamente notaram que o Opus 5, o modelo principal, ficou mais difícil de trabalhar: as respostas são longas demais, convolutas e difíceis de interpretar, com vocabulário estranho. A degradação é mais pronunciada no Claude Code, menos nos aplicativos móveis, sugerindo uma possível ligação com a marca d'água que distorce o texto quando há pouco texto livre (por exemplo, em contextos de código). O autor especula que a marca d'água força escolhas de tokens não ideais, levando a problemas semânticos, e observa que a Anthropic pode ter cometido erros no pós-treinamento. Como resultado, o autor planeja migrar para os modelos Kimi K3 e Deepseek, que oferecem qualidade comparável a custo menor e são de código aberto.
Fonte: Habr — хаб ИИ —
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