Agent SDLC em um LLM Interno: Engenharia em vez de Prompts
OpenCode
Em um ambiente corporativo com políticas rígidas de segurança, LLMs externos são proibidos, e os modelos internos são muito mais fracos. O artigo descreve uma abordagem que utiliza engenharia estrutural — blocos de código determinísticos, regras carregadas sob demanda e subagentes — para concluir tarefas reais de forma confiável.
O artigo apresenta uma abordagem de SDLC (Ciclo de Vida de Desenvolvimento de Software) agentiva desenvolvida para um grande projeto Android usando um gateway LLM interno (nenhum modelo de fronteira permitido). O método se baseia em engenharia estrutural em vez de prompts: regras são armazenadas em tabelas e lidas novamente quando necessário, agentes são isolados por arquivos e ações perigosas são bloqueadas por código determinístico. O harness inclui regras carregadas sob demanda, subagentes para isolamento de contexto e especialização de funções, roteamento de visão para texto por meio de um modelo de visão e um sistema de proteção de três níveis (prompts, permissões, plugins). O comando de orquestração /ticket segue um fluxo de desenvolvimento orientado por especificações: triagem, configuração do espaço de trabalho, extração de design, análise, perguntas de ida e volta, plano de teste, implementação e verificação pontual. Cada agente tem uma função restrita, e o contexto é gerenciado com cuidado para evitar desperdício de tokens. Vários incidentes do registro de trabalho ilustram como correções estruturais impediram a recorrência de erros.
Fonte: Habr — хаб ИИ —
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