xAI processa Minnesota por lei antinudez, alegando violações à Primeira Emenda
xAI
A xAI entrou com uma ação judicial contra o procurador-geral de Minnesota, Keith Ellison, contestando uma lei estadual que visa aplicativos de nudificação, argumentando que o estatuto é excessivamente amplo e viola a Primeira Emenda. A lei, que deve entrar em vigor em 1º de agosto, impõe penalidades de até US$ 500 mil por violação e cria um direito privado de ação. A xAI alega que teria que restringir seus recursos de edição de imagens Grok para cumprir a lei.
A xAI está processando Minnesota por uma lei aprovada em maio que proíbe sites de permitir o acesso a software de nudez, com exceções para ferramentas que exigem habilidade técnica. A lei, sancionada pelo governador Tim Walz, entra em vigor em 1º de agosto e inclui penalidades de até 500 mil dólares por violação. A xAI entrou com o processo poucos dias antes do prazo, argumentando que a lei a obriga a restringir os recursos do Grok Imagine. A reclamação afirma que a lei é excessivamente ampla, abrangendo imagens consensuais, artísticas ou humorísticas, e impõe responsabilidade objetiva mesmo com controles de última geração. A xAI aponta para leis existentes, como a Lei TAKE IT DOWN, como alternativas constitucionais. Em janeiro, o Grok gerou milhões de imagens deepfake, incluindo imagens sexualizadas de menores, gerando reações negativas globais. O Centro de Combate ao Ódio Digital relatou cerca de 3 milhões de imagens sexualizadas em 11 dias, sendo 23 mil delas representando crianças. A xAI argumenta que a lei viola a Primeira Emenda.
Fonte: The Verge —
original
