Suno pretende se parecer mais com uma ferramenta real de produção musical
Suno Inc.
A Suno está lançando o Studio 2.0 com atualizações significativas, incluindo suporte a MIDI, automação, um conjunto de efeitos integrados e um chatbot que pode gerar plugins de efeitos personalizados. A nova versão visa se aproximar mais de uma estação de trabalho de áudio digital (DAW) do que de um simples editor de áudio.
A Suno está lançando o Studio 2.0 com melhorias significativas que o aproximam de uma verdadeira estação de trabalho de áudio digital (DAW). A maior novidade é o suporte a MIDI, que era o recurso mais solicitado e um pré-requisito para qualquer DAW moderna. No entanto, o Suno Studio ainda não suporta plugins de terceiros ou VSTs, então os usuários estão limitados ao seu sintetizador proprietário embutido. A ideia não é tanto usar emulações de sintetizadores vintage, mas sim usar dados MIDI como um prompt, permitindo que os usuários toquem acordes e peçam à IA para transformá-los em áudio, estender uma melodia ou escrever uma parte B. O Studio 2.0 também adiciona automação para mudanças de panorâmica e volume, um chatbot integrado à sessão para geração de letras e sugestões de mixagem, e um conjunto de efeitos embutidos, incluindo distorção, delay, reverberação, compressão e equalizador. O recurso mais interessante é a capacidade de criar plugins de efeitos personalizados por meio do chat, que podem ser salvos e reutilizados. A versão beta do chat deixa ainda menos trabalho para os usuários, como demonstrou Henry Phipps, da Suno, ao deixar a IA cuidar da limpeza de notas, quantização e decisões da cadeia vocal.
Fonte: The Verge —
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