AgentesPesquisa 🇨🇳 26.07.2026 19:02

Pequim: Agentes de IA já estão construindo mundos; Hangzhou: Eles são apenas lâmpadas recém-inventadas

群核科技 (Qunhe Technology)群核科技 (Qunhe Technology) Alibaba/QwenAlibaba/Qwen Shanghai Artificial Intelligence LaboratoryShanghai Artificial Intelligence Laboratory
Na conferência 'Festival de Tecnologia Hardcore Youth 5.0', representantes da indústria (Pequim) e da academia (Hangzhou) ofereceram avaliações contrastantes sobre o desenvolvimento de agentes de IA. O lado de Pequim demonstrou aplicações práticas, como a transferência do set de filmagem de 'Hengdian' para um espaço virtual. O painel acadêmico de Hangzhou comparou os agentes atuais a uma lâmpada elétrica recém-inventada, enfatizando que a verdadeira infraestrutura (redes, motores) ainda precisa ser construída. As discussões abordaram o nível atual dos agentes, as condições necessárias para o autoaprendizado e a divergência entre abordagens industriais e acadêmicas.
No evento 'Hardcore Youth Technology Festival 5.0', organizado pela Alibaba, aconteceu uma sessão industrial em Pequim e uma sessão acadêmica em Hangzhou. Em Pequim, palestrantes, incluindo a empresa Qunhe Technology, apresentaram um projeto para transferir parte do cenário real de filmagem 'Hengdian' para um espaço 3D digital: criadores de conteúdo podem trabalhar em estúdios virtuais, controlando objetos e câmeras digitais. Enquanto isso, em Hangzhou, professores e pesquisadores das principais universidades e laboratórios discutiram o estado real dos agentes. Por exemplo, o professor Hao Jianye, da Universidade de Tianjin, destacou que agentes de codificação já alcançaram progresso significativo e estão substituindo programadores em tarefas reais, mas em termos de arquitetura eles apenas usam conceitos conhecidos há muito tempo (Sistemas Multiagente, Engenharia de Loop), graças a modelos de base poderosos. No campo da inteligência incorporada, o progresso é muito mais modesto: a operação estável no mundo real requer resolver problemas de percepção visual, espaço, ação e mudanças imprevistas. Agentes capazes de autoaprendizado contínuo em mundo aberto, segundo avaliação dos participantes, estão na fase 'pré-inicial'. Os participantes concordaram que a transição de inteligência artificial generativa para agentes é mais uma mudança quantitativa do que qualitativa: melhorias nos modelos de base, aumento da janela de contexto e otimização do suporte (Harness) não alteram o paradigma fundamental. Um salto qualitativo ocorrerá quando o agente puder avaliar seus próprios resultados, corrigir erros e acumular experiência para autodesenvolvimento. O Laboratório de Inteligência Artificial de Xangai apresentou o conceito de Self-Harness, uma estrutura auto-otimizável para execução de tarefas. A parte industrial, por outro lado, focou na aplicação prática: a HuJing WenYu discutiu a qualidade do conteúdo de vídeo; a Meitu, a transição do fornecimento de ferramentas para a entrega direta de soluções prontas por meio de equipes de agentes (Agent Teams); e a Qunhe Technology, o uso de espaços 3D para garantir consistência de cena em vídeos longos. No final, ambas as sessões chegaram a um ciclo comum: execução, verificação, feedback, atualização. Em Pequim, mostraram que 'as lâmpadas já acenderam' em setores específicos, enquanto em Hangzhou enfatizaram que a 'rede elétrica' — a infraestrutura para o desenvolvimento sustentável de agentes — ainda não foi construída.
Fonte: QbitAI 量子位 — original
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