Pesquisadores do MIT Apresentam SEAL: Um Passo Rumo à IA Autoaprimorada
MIT
Meta
Alibaba/Qwen
OpenAI
DeepMind
Uma equipe do MIT publicou o artigo "Modelos de Linguagem Autoadaptativos" com a estrutura SEAL, permitindo que grandes modelos de linguagem atualizem seus próprios pesos por meio de autoedição e aprendizado por reforço. Experimentos com Llama-3.2-1B-Instruct e Qwen2.5-7B mostraram melhorias significativas no aprendizado com poucos exemplos e na integração de conhecimento.
Pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) apresentaram o framework SEAL (Self-Adapting LLMs), que permite que grandes modelos de linguagem (LLMs) atualizem seus próprios pesos. O SEAL utiliza aprendizado por reforço (RL) para gerar "autoedições" — dados sintéticos nos quais o modelo é ajustado. O ciclo externo de RL otimiza o processo de geração de edições, enquanto o interno as aplica por meio de descida de gradiente. Para estabilidade do treinamento, em vez de PPO e GRPO, os autores escolheram o método ReST^EM, da DeepMind. O framework foi testado em dois cenários: aprendizado few-shot (no Llama-3.2-1B-Instruct) e integração de conhecimento (no Qwen2.5-7B). No few-shot, a precisão da adaptação atingiu 72,5%, contra 20% do modelo sem RL. Na integração de conhecimento, o SEAL superou a baseline mesmo com dados sintéticos e, após duas iterações de RL, superou abordagens que utilizam GPT-4.1. O trabalho gerou ampla discussão, inclusive no Hacker News, em meio ao crescente interesse pela autoevolução da inteligência artificial — recentemente, surgiram projetos da Sakana AI, CMU, SJTU e outros. Sam Altman, da OpenAI, em seu blog "The Gentle Singularity", também escreveu sobre o futuro da IA autorreforçada e dos robôs. O artigo destaca limitações do SEAL, incluindo esquecimento catastrófico e custos computacionais.
Fonte: Synced —
original
