PesquisaSegurança de IA 🇷🇺 27.07.2026 13:06

6 Lições para Criar Benchmarks do Tutorial NeurIPS

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Os autores do SWE-bench e GPQA na NeurIPS discutiram erros-chave na criação de benchmarks: tirania das métricas, subjetividade do crowdsourcing, perigo de usar LLMs como avaliadores e a necessidade de testes dinâmicos. Principais conselhos: evitar benchmarks saturados, verificar multimodalidade e publicar resultados com intervalos de confiança.
No tutorial do NeurIPS "A Arte de Benchmarking", com a participação dos autores do SWE-bench, GPQA e pesquisadores do Google DeepMind, NYU e Berkeley, foram discutidos problemas e armadilhas essenciais na criação de benchmarks. Isso inclui a tirania das métricas, onde métricas têm pontos ideais que permitem que os modelos "hackeiem" o teste, com a correlação de Pearson falhando ao detectar esses pontos. Também foi observado que usar LLMs como fontes de avaliação é perigoso: eles se correlacionam com humanos apenas no conjunto de calibração, e o viés próprio leva a resultados inflados. A única abordagem correta é gerar exemplos nos quais o modelo falha. Entre os seis principais erros cometidos pelos criadores de benchmarks: lançar um benchmark com 70-80% de precisão no melhor modelo (deve-se buscar 0-1%), falta de verificação da verdadeira multimodalidade da tarefa, confiança na própria teoria de inteligência, falha em filtrar spam de multidões (até 25% de respostas aleatórias), concentração de trabalho em um único trabalhador da multidão e publicar resultados sem valores-p e intervalos de confiança. No futuro, precisamos de benchmarks dinâmicos, estudos longitudinais do impacto dos LLMs em humanos, calibração do conhecimento do modelo e tarefas que um gato pode resolver, mas o GPT não.
Fonte: Хабр — Data Mining — original
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