Pesquisa 🇺🇸 27.07.2026 05:05

GCT: novo método de IA transforma caixas-pretas de previsão cerebral em teorias linguísticas testáveis

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A Microsoft Research e parceiros desenvolveram o Generative Causal Testing (GCT), que destila modelos de previsão cerebral baseados em LLM em explicações verbais concisas (por exemplo, “preparação de alimentos”) e, em seguida, usa um LLM para escrever novas histórias que testam causalmente essas explicações em fMRI. O GCT confirmou seletividade conhecida, desembaraçou regiões vizinhas de processamento de lugares e descobriu minúsculas zonas pré-frontais para diálogo, horas do relógio e medidas.
LLMs conseguem prever a atividade cerebral a partir da linguagem com alta precisão, mas por que funcionam permanece obscuro. Pesquisadores da Microsoft Research, UC Berkeley, UCSF e Columbia introduziram o Teste Causal Generativo (GCT, na sigla em inglês) para transformar esses modelos de caixa-preta em teorias legíveis e testáveis. O GCT primeiro extrai frases curtas que mais impulsionam a resposta prevista de uma região cerebral e as resume em uma explicação como "preparação de alimentos" ou "nomes de lugares". Em seguida, um LLM escreve novas histórias projetadas para ativar essa região específica; os sujeitos as ouvem em um scanner de ressonância magnética funcional (fMRI), e se a região se iluminar acima da linha de base, a explicação passa em um teste causal. Em experimentos, o GCT confirmou seletividade conhecida e distinguiu três áreas vizinhas de processamento de lugares: o córtex retrosplenial (RSC) responde mais fortemente a nomes próprios de locais, a área para-hipocampal do lugar (PPA) a locais genéricos e a área occipital do lugar (OPA) ao layout da cena. Também descobriu novas microrregiões pré-frontais sintonizadas com diálogo (palavras como "disse"), horários de relógio ("uma hora") e medidas numéricas ("50 pés"). O método prova que modelos baseados em dados podem ser destilados em teorias experimentalmente testáveis, avançando tanto a neurociência quanto campos científicos mais amplos.
Fonte: Microsoft Research — original
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